Entrevista com Carl Rogers sobre o uso do self em psicoterapia
DOI:
https://doi.org/10.62506/phs.v7i1.316Palavras-chave:
Carl Rogers, Abordagem Centrada na Pessoa, Terapia centrada na pessoa, psicoterapeutaResumo
Nesta entrevista com Rogers, ele começa apontando como, ao longo do tempo, percebeu mais claramente como ele usa o seu eu em terapia, compartilha sua experiência usando seu eu e fala sobre determinados riscos que percebeu. Relata sua visão sobre outros tópicos relacionados a este: o terapeuta como modelo, a autodeterminação, a transferência, o que seriam metas apropriadas para um terapeuta, e a importância de o terapeuta ter maturidade. Ele analisa as principais viradas na sua carreira bem como sua evolução, de um terapeuta tradicional, acadêmico, desenvolvendo uma terapia centrada na pessoa, e caminhando em direção a uma consciência crescente do potencial e da dimensão espiritual da relação terapêutica. Ele aborda as qualidades de um terapeuta autêntico, que, como pessoa, é ao mesmo tempo seguro e consciente de suas limitações e do que o torna vulnerável. Ele comenta brevemente seus pontos de vista sobre o treinamento de terapeutas centrados na pessoa e termina compartilhando sobre o impacto que ele acredita ter tido - ou não – no campo da psicologia, da psiquiatria, medicina, enfermagem e aconselhamento.
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